6 de mar. de 2013

Dinâmica: o estudo dos movimentos

A dinâmica é a parte da física que estuda os movimentos e possíveis causas dele. A força proporciona no objeto uma determinada quantidade de movimento. Mas, antes disso, é necessário que estudemos a inércia desses corpos, ou seja, a permanência do repouso deste corpo. 
O estudo da inércia se dá a partir da Primeira Lei de Newton, onde abrange a Lei da Inércia. Newton afirma que, o corpo está em inércia quando este tende a permanecer em estado de repouso ou de movimento em linha reta com velocidade constante, se nenhuma força atuar sobre ele. Assim, quando v (velocidade) for igual a 0 (zero) este corpo está em inércia. 

Na Segunda Lei de Newton, ele afirma que "“A mudança do movimento é proporcional à força motriz impressa, e se faz segundo a linha reta pela qual se imprime essa força (NEWTON, 2008, p.54)”. A equação que determina a segunda lei de Newton está expressa da seguinte forma:



A Terceira Lei de Newton é a também chamada de, lei da ação e reação. Onde para cada ação realizada sobre o corpo, este recebe uma reação como forma de oprimir a ação. O corpo reage imprimindo uma força de mesmo módulo, na mesma direção da força aplicada, porém com sentido contrário.



 Resumão: 1ª lei de Newton: Princípio da Inércia: Um corpo em movimento, tende a permanecer em movimento. Assim como, um corpo em repouso, tende a permanecer em repouso. 
2ª lei de Newton: A força resultante que age em um corpo é proporcional a aceleração que adquire. 
3ª lei de Newton: Quando um objeto exerce força sobre um segundo, ele reage e exerce sobre o primeiro, uma força de igual intensidade e direção, no entanto no sentido oposto. 

Segue abaixo alguns exercícios resolvidos (direitos autorais do site físicomaluco) 

1 – Numa partícula estão aplicadas apenas duas forças, de intensidades respectivamente iguais a 6N e 8N. 
Determine a intensidade da resultante quando as forças: 
a) tem a mesma direção e o mesmo sentido 
R = F1 + F2 
Quando as forças tem o mesmo sentido suas intensidades devem ser somadas para a resultante poder ser encontrada. 
R = 6 + 8 = 14 N
b) tem sentidos contrários 
R = F1 + F2
Quando os sentidos não são os mesmos, para encontrar a resultante é preciso subtrair suas intensidades. 
R = F2 – (-F1) R = 8 – 6 = 2 N 
c) são perpendiculares entre si 
R = F1 + F2 
Para encontrar a resultante, nesse caso é preciso usar as intensidades da força ao quadrado. 
R² = F1² + F2², logo: 
²? F1² + F2² 
R = ? 36+ 64 = ? 100 
R = 10N 2 – 
Duas forças possuem intensidades 
F1= 5N e F2 = 8N. 
Determine a mínima e a máxima intensidade da resultante dessas duas forças. 
Supõem-se que as forças possuam a mesma direção e o mesmo sentido R = F1 + F2
 Quando as forças tem o mesmo sentido suas intensidades devem ser somadas para a resultante poder ser encontrada. 
R = 5 + 8 = 13 N
 Para encontrar a mínima, supõem-se que as forças tem sentidos contrários R = F1 + F2 
Quando os sentidos não são os mesmos, para encontrar a resultante é preciso subtrair suas intensidades. 
R = F2 – (-F1)
R = 8 – 5 = 3 N 3 –
 Duas forças perpendiculares entre si, de intensidade F1= 8N e F2 = 6N, estão aplicadas em uma partícula. Determine a intensidade da resultante. 
R = F1 + F2 
R² = F1² + F2², logo: 
²? F1² + F2²
R = ? 64 + 16 = ? 100 
R = 10N 4 – 
Sabendo que, duas forças, com mesma direção e o mesmo sentido, de intensidades iguais a F1 = 16N e F2 = 36N. Determine a intensidade da resultante quando as forças: 
R = F1 + F2
 R = 16 + 36 = 52 N

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